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10/07/2026

NJanini

Pediatria e Gastropediatria em Santa Inês: cuidado completo para a saúde da criança e do adolescente

Cuidar da saúde infantil envolve muito mais do que procurar atendimento quando a criança está doente. O acompanhamento médico regular permite observar o crescimento, o desenvolvimento, a alimentação, o sono, a vacinação, o comportamento e diferentes aspectos importantes para uma infância e uma adolescência saudáveis.

Nesse cuidado, a Pediatria atua de forma ampla, acompanhando a saúde integral da criança. Já a Gastropediatria é direcionada à prevenção, à investigação e ao tratamento de problemas que afetam o sistema digestivo infantil.

Na PronMed Centro Médico, em Santa Inês, Maranhão, as famílias encontram atendimento em Pediatria e Gastropediatria, com uma abordagem atenciosa e individualizada para crianças e adolescentes. A clínica informa que a Gastropediatria é conduzida pela Dra. Maria Christina, CRM-MA 8154 e RQE 6001/6230.

Neste conteúdo, você entenderá a diferença entre essas duas especialidades, quais sintomas precisam de atenção e quando procurar um pediatra ou gastropediatra.

O que é Pediatria?

A Pediatria é a especialidade médica dedicada ao cuidado da saúde de crianças e adolescentes, desde os primeiros dias de vida até o final da adolescência.

O pediatra acompanha tanto a prevenção quanto o diagnóstico e o tratamento de doenças. Também orienta a família sobre alimentação, vacinação, sono, segurança, desenvolvimento, comportamento e cuidados adequados para cada fase da infância.

O Ministério da Saúde destaca que o acompanhamento do crescimento e do desenvolvimento é uma parte fundamental da atenção à saúde infantil. Esse acompanhamento ajuda a identificar precocemente alterações e permite orientar a família de acordo com as necessidades de cada criança.

Por que levar a criança ao pediatra mesmo quando ela está bem?

As consultas de rotina são importantes porque várias alterações podem começar sem provocar sintomas evidentes.

Durante o acompanhamento pediátrico, o médico observa aspectos como:

  • Peso e altura;
  • Desenvolvimento físico;
  • Desenvolvimento da linguagem;
  • Coordenação motora;
  • Comportamento e interação social;
  • Alimentação;
  • Sono;
  • Funcionamento intestinal;
  • Vacinação;
  • Saúde emocional;
  • Rendimento e adaptação escolar;
  • Prevenção de acidentes;
  • Mudanças próprias da puberdade.

O Ministério da Saúde recomenda consultas periódicas desde a primeira semana de vida, com acompanhamento mais frequente durante os primeiros anos, fase em que ocorrem mudanças rápidas no crescimento e no desenvolvimento infantil.

O intervalo entre as consultas pode variar conforme a idade, o histórico de saúde e as necessidades da criança. O pediatra é o profissional indicado para definir a frequência adequada em cada situação.

O que o pediatra avalia durante a consulta?

A consulta pediátrica costuma começar com uma conversa detalhada com os pais ou responsáveis.

O médico pode perguntar sobre:

  • Gestação e nascimento;
  • Aleitamento materno;
  • Alimentação atual;
  • Rotina de sono;
  • Evacuações e urina;
  • Doenças anteriores;
  • Medicamentos em uso;
  • Alergias;
  • Vacinas;
  • Desenvolvimento;
  • Comportamento;
  • Histórico familiar;
  • Desempenho escolar;
  • Convivência familiar e social.

Depois, é realizado o exame físico. Dependendo da idade e da necessidade, o pediatra pode medir peso, altura, perímetro cefálico, pressão arterial e outros parâmetros.

Essas informações ajudam a acompanhar a evolução da criança ao longo do tempo e a reconhecer possíveis mudanças no padrão de crescimento ou desenvolvimento.

Quando procurar um pediatra?

Além das consultas preventivas, o pediatra deve ser procurado quando a criança apresentar sintomas persistentes, alterações importantes no comportamento ou qualquer mudança que preocupe a família.

Entre os motivos mais frequentes para uma consulta estão:

  • Febre;
  • Tosse persistente;
  • Dificuldade para respirar;
  • Dor de ouvido;
  • Dor de garganta;
  • Vômitos;
  • Diarreia;
  • Dor abdominal;
  • Perda de apetite;
  • Alterações na pele;
  • Sono excessivo ou dificuldade para dormir;
  • Irritabilidade incomum;
  • Dificuldades alimentares;
  • Perda de peso;
  • Baixo ganho de peso;
  • Atrasos no desenvolvimento;
  • Mudanças no comportamento;
  • Dificuldades escolares.

Mesmo quando o sintoma parece simples, a idade da criança, a duração do problema e a presença de outros sinais precisam ser considerados.

Para uma avaliação individualizada, a família pode agendar uma consulta na PronMed.

O que é Gastropediatria?

A Gastropediatria, também chamada de Gastroenterologia Pediátrica, é a área dedicada às doenças do aparelho digestivo de bebês, crianças e adolescentes.

O gastropediatra possui formação para investigar problemas que envolvem:

  • Esôfago;
  • Estômago;
  • Intestino delgado;
  • Intestino grosso;
  • Fígado;
  • Vesícula biliar;
  • Vias biliares;
  • Pâncreas.

Na PronMed, o atendimento em Gastropediatria é voltado para sintomas como dor abdominal, refluxo, constipação, diarreia, intolerâncias alimentares e outras alterações gastrointestinais da infância.

Qual é a diferença entre Pediatria e Gastropediatria?

A Pediatria acompanha a saúde geral da criança e do adolescente. O pediatra avalia crescimento, desenvolvimento, vacinação, alimentação, doenças comuns da infância e cuidados preventivos.

A Gastropediatria concentra-se nos problemas do sistema digestivo infantil.

Em muitos casos, o pediatra realiza a primeira avaliação. Quando os sintomas digestivos são persistentes, recorrentes, complexos ou acompanhados de sinais de alerta, a criança pode ser encaminhada para um gastropediatra.

As duas especialidades podem trabalhar de forma integrada. O objetivo é compreender não apenas o sintoma digestivo, mas também seu impacto na alimentação, no crescimento, no sono, na escola e na qualidade de vida da criança.

Quando procurar um gastropediatra?

Uma avaliação com o gastropediatra pode ser necessária quando a criança apresenta sintomas digestivos que se repetem, duram muito tempo ou não melhoram com as orientações iniciais.

Entre os sinais que merecem investigação estão:

  • Dor abdominal frequente;
  • Refluxo persistente;
  • Regurgitações associadas a outros sintomas;
  • Vômitos recorrentes;
  • Dificuldade para engolir;
  • Recusa alimentar;
  • Engasgos frequentes;
  • Barriga constantemente distendida;
  • Excesso de gases associado a desconforto;
  • Constipação intestinal;
  • Dor ou medo para evacuar;
  • Fezes muito ressecadas;
  • Escape de fezes na roupa;
  • Diarreia persistente;
  • Sangue ou muco nas fezes;
  • Suspeita de alergia alimentar;
  • Suspeita de intolerância alimentar;
  • Baixo ganho de peso;
  • Perda de peso;
  • Alterações em exames do fígado;
  • Pele ou olhos amarelados.

A criança não deve ser submetida a dietas restritivas, retirada de alimentos ou uso prolongado de medicamentos sem avaliação profissional.

Refluxo e regurgitação em bebês

A regurgitação é frequente nos primeiros meses de vida. Muitos bebês saudáveis golfam depois das mamadas porque o sistema digestivo ainda está em desenvolvimento.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, episódios curtos de refluxo podem ocorrer normalmente, principalmente depois da alimentação. Na maioria dos bebês saudáveis, as regurgitações diminuem conforme a criança cresce.

Entretanto, é importante procurar atendimento quando o refluxo estiver acompanhado de:

  • Dificuldade para mamar;
  • Choro ou desconforto intenso durante as mamadas;
  • Recusa alimentar;
  • Engasgos frequentes;
  • Tosse persistente;
  • Vômitos fortes;
  • Presença de sangue no vômito;
  • Baixo ganho de peso;
  • Perda de peso;
  • Sonolência ou prostração.

Nem toda regurgitação precisa de medicamento. A Sociedade Brasileira de Pediatria ressalta que bebês com sintomas leves e sem sinais de alerta geralmente não necessitam de tratamento medicamentoso. A avaliação médica é necessária para diferenciar o refluxo fisiológico da doença do refluxo gastroesofágico.

Dor abdominal recorrente em crianças

A dor abdominal é uma queixa comum na infância e pode ter diferentes causas.

Ela pode estar relacionada a:

  • Constipação;
  • Excesso de gases;
  • Infecções;
  • Intolerâncias alimentares;
  • Refluxo;
  • Gastrite;
  • Doença celíaca;
  • Alterações urinárias;
  • Verminoses;
  • Ansiedade;
  • Estresse;
  • Distúrbios da interação entre intestino e cérebro.

Muitas dores abdominais recorrentes não são causadas por uma lesão visível no intestino. Mesmo assim, precisam ser avaliadas quando são frequentes, interferem na alimentação, prejudicam o sono ou fazem a criança faltar à escola.

A Sociedade Brasileira de Pediatria explica que a constipação também pode se manifestar como dor abdominal. Em alguns casos, a dor melhora quando o funcionamento intestinal é adequadamente tratado.

Quais sinais de alerta podem acompanhar a dor abdominal?

A criança deve ser avaliada com mais atenção quando a dor abdominal estiver associada a:

  • Perda de peso;
  • Baixo crescimento;
  • Febre;
  • Vômitos persistentes;
  • Sangue nas fezes;
  • Diarreia durante a noite;
  • Dificuldade para engolir;
  • Dor que desperta a criança;
  • Dor forte e localizada;
  • Alterações na região anal;
  • Atraso na puberdade;
  • Histórico familiar de doença celíaca, doença inflamatória intestinal ou outras doenças digestivas.

Esses sinais não confirmam uma doença específica, mas indicam a necessidade de uma avaliação médica mais detalhada.

Constipação intestinal na infância

A constipação não significa apenas ficar vários dias sem evacuar.

Uma criança pode evacuar diariamente e ainda apresentar prisão de ventre quando as fezes são muito duras, a evacuação é dolorosa ou ocorre de forma incompleta.

Alguns sinais de constipação infantil são:

  • Fezes ressecadas;
  • Fezes em formato de pequenas bolinhas;
  • Dor para evacuar;
  • Medo de usar o banheiro;
  • Esforço excessivo;
  • Sangramento por fissura anal;
  • Dor abdominal;
  • Escape de fezes na roupa;
  • Criança que cruza as pernas ou se esconde para evitar evacuar;
  • Entupimento frequente do vaso sanitário.

A constipação funcional é frequente em crianças e adolescentes. O problema pode começar depois de uma evacuação dolorosa, durante o desfralde, após mudanças na rotina ou quando a criança evita usar o banheiro fora de casa.

O tratamento depende da idade, da duração dos sintomas e da presença de complicações. Mudanças alimentares isoladas nem sempre são suficientes. Por isso, laxantes, supositórios e outros medicamentos não devem ser usados sem orientação.

Diarreia e risco de desidratação

A diarreia infantil pode ser causada por infecções, alterações alimentares, medicamentos, alergias, intolerâncias ou doenças intestinais.

O principal risco imediato é a desidratação, especialmente em bebês e crianças pequenas.

Alguns sinais de desidratação são:

  • Boca seca;
  • Pouca saliva;
  • Choro sem lágrimas;
  • Olhos fundos;
  • Redução da urina;
  • Fraldas secas por mais tempo;
  • Muita sede;
  • Irritabilidade;
  • Sonolência;
  • Extremidades frias;
  • Fraqueza.

O Ministério da Saúde orienta procurar atendimento quando houver piora da diarreia, vômitos repetidos, muita sede, recusa alimentar, sangue nas fezes ou diminuição da urina.

A criança que está em aleitamento materno geralmente deve continuar mamando. A hidratação precisa ser conduzida conforme a avaliação profissional, especialmente quando existem vômitos ou sinais de desidratação.

Alergia alimentar e intolerância alimentar são a mesma coisa?

Não. Embora possam provocar sintomas parecidos, são condições diferentes.

A alergia alimentar envolve uma resposta do sistema imunológico. Dependendo do tipo de reação, pode causar:

  • Urticária;
  • Inchaço;
  • Vômitos;
  • Diarreia;
  • Sangue nas fezes;
  • Tosse;
  • Chiado;
  • Dificuldade para respirar;
  • Queda da pressão;
  • Reação grave generalizada.

Leite de vaca, ovo, soja, trigo, amendoim, castanhas, peixes e crustáceos estão entre os alimentos frequentemente envolvidos em alergias alimentares.

A intolerância alimentar não é uma reação alérgica. Na intolerância à lactose, por exemplo, a criança pode apresentar gases, cólicas, distensão abdominal ou diarreia depois de consumir alimentos com lactose.

Os pais não devem retirar leite, glúten ou outros grupos alimentares da dieta por conta própria. Restrições desnecessárias podem comprometer a ingestão de nutrientes e dificultar o diagnóstico correto.

Doença celíaca

A doença celíaca é uma condição imunológica desencadeada pelo glúten em pessoas geneticamente predispostas.

Ela pode se manifestar com:

  • Diarreia persistente;
  • Constipação;
  • Distensão abdominal;
  • Dor abdominal;
  • Falta de apetite;
  • Anemia;
  • Baixo ganho de peso;
  • Baixa estatura;
  • Irritabilidade;
  • Cansaço.

Algumas crianças apresentam poucos sintomas digestivos. Por isso, a investigação deve considerar o conjunto de sintomas, o crescimento, os exames e o histórico familiar.

Não é recomendado retirar o glúten antes da conclusão da investigação médica, pois a mudança na alimentação pode alterar os resultados dos exames.

Dificuldades alimentares e baixo ganho de peso

Recusar um alimento ocasionalmente é comum na infância. Entretanto, algumas crianças apresentam dificuldades alimentares que precisam de avaliação.

Entre os sinais que merecem atenção estão:

  • Recusa persistente de diferentes alimentos;
  • Dieta extremamente limitada;
  • Engasgos;
  • Tosse durante as refeições;
  • Demora excessiva para comer;
  • Vômitos frequentes;
  • Dor associada à alimentação;
  • Medo de engolir;
  • Perda de peso;
  • Baixo ganho de peso;
  • Cansaço durante as mamadas;
  • Interrupção do crescimento esperado.

Essas alterações podem estar relacionadas a fatores digestivos, comportamentais, sensoriais, neurológicos ou emocionais.

A avaliação pode envolver pediatra, gastropediatra, nutricionista, fonoaudiólogo e outros profissionais, conforme a necessidade.

Problemas digestivos podem interferir no crescimento?

Sim. Algumas doenças digestivas podem prejudicar a ingestão, a digestão ou a absorção dos nutrientes.

Por isso, durante a investigação, o médico analisa não apenas os sintomas, mas também:

  • Curva de peso;
  • Curva de altura;
  • Evolução do perímetro cefálico nos primeiros anos;
  • Alimentação;
  • Desenvolvimento;
  • Exames anteriores;
  • Histórico familiar;
  • Frequência e aspecto das evacuações.

Uma única medição não é suficiente para avaliar o crescimento. O mais importante é acompanhar a evolução da criança ao longo do tempo.

Quais exames o gastropediatra pode solicitar?

Nem toda criança com sintoma digestivo precisa realizar exames.

Em muitos casos, a história clínica e o exame físico fornecem informações suficientes para orientar os primeiros cuidados. Exames são solicitados quando existe uma indicação específica.

Dependendo do caso, podem ser considerados:

  • Exames de sangue;
  • Exames de fezes;
  • Exames de urina;
  • Ultrassonografia abdominal;
  • Testes para intolerâncias;
  • Investigação de doença celíaca;
  • Testes relacionados a alergias;
  • Endoscopia digestiva;
  • Colonoscopia;
  • Exames do fígado e do pâncreas.

A Sociedade Brasileira de Pediatria destaca que, em muitos distúrbios gastrointestinais funcionais, exames complementares são reservados principalmente para crianças com sinais de alerta ou suspeita de doença orgânica.

A escolha deve ser individualizada. Realizar muitos exames sem uma indicação clara pode gerar ansiedade e resultados difíceis de interpretar.

Como preparar a criança para a consulta?

Algumas medidas ajudam o médico a compreender melhor o problema.

Antes da consulta, os responsáveis podem anotar:

  • Quando os sintomas começaram;
  • Frequência das dores;
  • Local da dor;
  • Alimentos relacionados ao desconforto;
  • Número de evacuações;
  • Aspecto das fezes;
  • Presença de sangue ou muco;
  • Frequência dos vômitos;
  • Medicamentos utilizados;
  • Mudanças no apetite;
  • Alterações no peso;
  • Doenças existentes na família.

Também é importante levar:

  • Caderneta da criança;
  • Carteira de vacinação;
  • Exames anteriores;
  • Receitas;
  • Relatórios médicos;
  • Lista dos medicamentos em uso.

Fotografias das fezes, do vômito ou de alterações na pele podem ajudar em algumas situações, desde que sejam apresentadas de forma reservada durante a consulta.

Quando procurar atendimento imediato?

Alguns sinais exigem avaliação rápida em um serviço de urgência.

Procure atendimento imediato se a criança apresentar:

  • Dificuldade para respirar;
  • Lábios ou pele arroxeados;
  • Convulsão;
  • Desmaio;
  • Sonolência excessiva;
  • Dificuldade para acordar;
  • Dor abdominal súbita e intensa;
  • Abdômen muito inchado e doloroso;
  • Vômitos verdes;
  • Vômito com sangue;
  • Sangramento intestinal em grande quantidade;
  • Fezes muito escuras;
  • Vômitos repetidos com incapacidade de ingerir líquidos;
  • Sinais de desidratação;
  • Febre acompanhada de prostração importante;
  • Rigidez no pescoço;
  • Pele ou olhos amarelados com piora do estado geral;
  • Reação alérgica com inchaço ou dificuldade para respirar.

Bebês pequenos precisam de atenção especial. Mudanças no comportamento, recusa das mamadas, febre, dificuldade respiratória ou redução da urina devem ser avaliadas com rapidez.

O papel da família no tratamento

A participação dos pais e responsáveis é fundamental.

Muitos problemas infantis precisam de acompanhamento ao longo do tempo. O tratamento pode envolver mudanças graduais na alimentação, criação de uma rotina para usar o banheiro, acompanhamento do peso, uso correto de medicamentos e observação dos sintomas.

É importante evitar ameaças, punições ou constrangimentos relacionados à alimentação e à evacuação. A criança pode não controlar voluntariamente alguns sintomas.

Uma comunicação clara entre família, pediatra, gastropediatra, escola e demais profissionais facilita o tratamento e reduz a ansiedade.

Pediatria e Gastropediatria em Santa Inês

Na PronMed Centro Médico, o atendimento pediátrico é direcionado ao cuidado integral de crianças e adolescentes, incluindo acompanhamento do crescimento, prevenção, orientação familiar e tratamento das principais condições da infância.

A clínica também oferece atendimento em Gastropediatria com a Dra. Maria Christina, CRM-MA 8154 e RQE 6001/6230, para avaliação de dores abdominais, refluxo, constipação, diarreia, intolerâncias e outras alterações digestivas.

A PronMed está localizada na Rua do Cordeiro, 264, Centro, em Santa Inês, Maranhão. Para consultar os dias de atendimento e a disponibilidade da equipe, acesse a página de agendamento de consultas.

Perguntas frequentes

Toda criança precisa de acompanhamento pediátrico?

Sim. O pediatra não atende somente crianças doentes. As consultas de rotina são importantes para acompanhar o crescimento, o desenvolvimento, a alimentação, a vacinação e a prevenção de doenças.

Gastropediatra atende bebês?

Sim. A Gastropediatria atende desde bebês até adolescentes, considerando as características digestivas próprias de cada faixa etária.

Toda dor abdominal precisa de exame?

Não. A necessidade de exames depende da duração da dor, dos sintomas associados, do exame físico e da presença de sinais de alerta.

Refluxo em bebê sempre precisa de remédio?

Não. Regurgitações podem fazer parte do desenvolvimento normal do bebê. Medicamentos são considerados apenas quando existe indicação médica.

Quantos dias sem evacuar indicam constipação?

A frequência varia conforme a idade. O diagnóstico não depende apenas do número de dias. Dor, esforço, fezes ressecadas, retenção e evacuação incompleta também são importantes.

Sangue nas fezes da criança é normal?

Não deve ser ignorado. Pequenas quantidades podem ocorrer por fissuras causadas por fezes duras, mas também existem outras causas. A criança precisa ser avaliada.

Posso retirar o leite para testar uma possível alergia?

Não é recomendado fazer restrições sem orientação. A retirada inadequada pode comprometer a nutrição e dificultar a confirmação do diagnóstico.

Pediatra e gastropediatra podem acompanhar a criança juntos?

Sim. O atendimento integrado é especialmente útil quando o problema digestivo interfere na alimentação, no crescimento ou no desenvolvimento.

Acompanhe a saúde da criança em todas as fases

A infância é marcada por mudanças rápidas. O acompanhamento médico regular ajuda a orientar a família, prevenir problemas e reconhecer precocemente alterações no crescimento, no desenvolvimento e na saúde digestiva.

Dores abdominais frequentes, refluxo, constipação, diarreia, dificuldades alimentares e baixo ganho de peso não devem ser tratados apenas com soluções caseiras ou medicamentos utilizados por conta própria.

Para receber uma avaliação individualizada, agende o atendimento da criança na PronMed

Agende uma avaliação com a Dra. Maria Christina
Gastropediatra
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PronMed Centro Médico
WhatsApp: (98) 97025-6545
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